Mostrar mensagens com a etiqueta familices. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta familices. Mostrar todas as mensagens

domingo, 4 de setembro de 2016

sábado, 3 de setembro de 2016

Ser mãe de gémeos #5

Ter bebés pela terceira vez em casa é relembrar a saga das sopas e seus legumes, frutas e frutinhas, açordas e farinhas de pau... Confesso que já não me lembrava desta parte.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ser mãe de gémeos #3

É parar o carrinho 300 vezes por passeio para sorrir e responder que sim, que são gémeos, dois meninos... Adoro...só que não. Sempre gostei do anonimato, que é impossível com gémeos.

domingo, 20 de março de 2016

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Ingredientes para um filme de terror caseiro:

- uma cadela labrador velhota e manca, que desce de elevador, mas não se despacha a sair do mesmo, ficando por isso com a cauda presa no mesmo;
- uma ferida na cauda que apesar de tratada e desinfetada (e perfeitamente estancada), não resiste ao movimento alucinante de uma cadela labrador velhota e manca, ao ver os donos chegarem;
- uma cadela labrador velhota e manca, cujo movimento de abanar a cauda não é minimamente controlável. Para quem conhece a raça sabe que os labradores abanam a cauda não por defeito, mas sim por feitio, isto é, abanam a cauda sempre, por qualquer motivo.

 
Cena final do filme: toda a família munida de luvas, panos e esfregões a limpar sangue em TODA a casa.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Ser mãe de duas meninas...

É divertir-me com elas a fazer um castelo espetacular de legos,  mas rapidamente as duas decidirem que não se trata nada de um castelo medieval fantástico,  mas um bolo de cake design, que vendem na sua loja de cake design... Wtf?!?

sábado, 6 de dezembro de 2014

a nossa árvore

A nossa árvore de natal tem a nossa história:
- é uma árvore gigante, comprada por mim, no primeiro natal depois de começar a trabalhar;
- tem uma estrela feita por mim, no ciclo, por isso há 24 anos!
- tem os muitos trabalhinhos que vieram das escolas nos natais passados;
- tem a tradição da tia: 2 enfeites comprados numa feira de Natal a pensar em nós, um em cada ano desde que começou a trabalhar no estrangeiro;
- tem enfeites que eram de quando o André ou a Mimi eram pequenos- como uma estrela com o tweety que tem sido o sucesso deste Natal para a mais pequena;
- tem bolas compradas por nós, e bolas herdadas dos pais;
- tem enfeites feitos por nós as 3, no natal passado, quando andávamos com a mania da massa de moldar;
- tem bengalas doces nova-iorquinas trazidas pela vovó;
- tem 4 luzes diferentes, uma das quais só funciona às vezes e outras são uns flocos de neve (o único item Ikea da árvore)
- tem à sua direita 1 Pai Natal sentadinho e 2 presépios, um feito pela Mati e outro antiguinho e o mais tradicional possível, que já foi atacado pela Francisca, por isso o desgraçado do menino já ficou sem mãos.
O nosso natal e a nossa árvore é assim: uma confusão e uma miscelânea de nós.




quinta-feira, 27 de novembro de 2014

trabalhos forçados...ou não

Na sequência deste brilhante apelo, assino em baixo. É que só este mês, para além de toda a saga dos anões...pausa para o riso... que ainda dará pano para mangas (não literalmente que o fato que EU estou a fazer não tem mangas), já vamos em duas bolas enfeitadas, uma pequena e outra gigante, um anjo de 30cm, feito de raiz e um carro que ande. E a verdade é que elas não têm capacidade de fazer qualquer destes projetos por isso somos nós que temos que fazer. (...confesso timidamente que, lá no fundinho, até gosto um bocadinho de voltar aos trabalhos manuais há tanto tempo abandonados...., o que não quer dizer que tudo isto não dê uma grande trabalheira, que os pais são obrigados a fazer independentemente de quererem ou não, porque a pressão de "todos os meninos já trouxeram" é muito grande).

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ao que eu cheguei...

Vou fazer de soneca. De anão soneca. Na festa de natal da minha filha mais nova. Sem ninguém me ter apontado uma arma. Com reuniões semanais, no horário da Downton Abbey. Tenho de fazer o fato. Era só isto que eu queria dizer.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Gostar de cães é:

É ir à feira dos tecidos. É fazer cálculos complicados para dos retalhos fazer dois sacos gigantes de 1.60x.60. É passar uma boa parte da manhã de sábado a cortar os retalhos e a alinhavar. É roubar uma manhã inteirinha à família para coser os retalhos. É desencantar um colchão velho e cortá-lo à medida, já de noite, sob o perigo de cortar um dedo. É ficar feliz por as minhas velhotas já terem uma cama nova para dormir (que a outra foi diretamente para o lixo). É as cadelas vomitarem na cama na 1ª noite que lá dormiram. Gostar das cadelas é não as matar quando cheguei à sala. Ingratas!

domingo, 26 de outubro de 2014

16 degraus

16 degraus separam a minha casa do jardim do prédio. Nunca utilizamos o elevador... Até agora, que a nossa velhota artrósica de 4 patas se senta à porta do mesmo e exige viajar de elevador. Estamos a viver a velhice com as nossas bichas.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

pôr de lua

Ontem, para finalizar um dia bom, com sol benevolente, com uma festa animada, com os parabéns cantados duas vezes, vimos o pôr de lua mais fantástico. Declaro fechadas as festividades do oitavo aniversário.

sábado, 12 de julho de 2014

UC

A propósito das provas de mestrado do bisa (aos 83 anos/ 19 valores!) fomos visitar a Universidade de Coimbra, este largo lindo e ainda conseguimos espreitar a biblioteca Joanina (majestosa). 


















segunda-feira, 7 de julho de 2014

Danger alert

À loucura dos famosos elásticos das pulseiras dos petizes juntou-se agora a moda de pulseiras de elásticos com missangas ou contas várias. Danger alert! É que pior que elásticos mínimos espalhados por tudo o que é sítio, só mesmo elásticos e contas microscópicas pela casa toda...