quarta-feira, 14 de setembro de 2016

ADN

Se os meus filhos herdarem:
a capacidade de amar do pai,
a generosidade de um e a iniciativa do outro avô,
o sentido de família da avó,
a coragem da avó que nunca conheceram,
a integridade do tio,
e a inquietude da tia,
serão, certamente, seres humanos extraordinários.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Ser mãe de gémeos

é, por vezes, ter 4 olhinhos a olharem para ti cheios de mimo e ficares, por momentos, desorientada de amor.

domingo, 11 de setembro de 2016

Gémeos:

quando o melhor brinquedo é mesmo o pé do irmão, ou o braço, o cabelo, ou mesmo um olho....

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O mais difícil de ser mãe de 4

é as necessidades de cada filho não terem hora marcada. Não dá para dar atenção e mimo a um e depois passar ao próximo. A disponibilidade tem de ser constante e elástica. Às vezes sinto-me um polvo em serviços mínimos.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Agora a sério,

as minhas filhas estão em férias escolares há dois anos, não? Ah não, afinal é só há 13 semanas... e ainda falta uma...

Ser mãe de gémeos #7

É aprender o significado da palavra exaustão.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Escola

Não. À terceira o processo de os deixar na escola não é mais fácil.

domingo, 4 de setembro de 2016

sábado, 3 de setembro de 2016

Ser mãe de gémeos #5

Ter bebés pela terceira vez em casa é relembrar a saga das sopas e seus legumes, frutas e frutinhas, açordas e farinhas de pau... Confesso que já não me lembrava desta parte.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ser mãe de gémeos #3

É parar o carrinho 300 vezes por passeio para sorrir e responder que sim, que são gémeos, dois meninos... Adoro...só que não. Sempre gostei do anonimato, que é impossível com gémeos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Verão 2016. Ita

Voltamos no Domingo. Mas voltamos apenas 6. Parece muito mas voltamos sem o 7º elemento. A nossa velhota, a nossa resistente, ficou no Pedrogão. Morreu velhinha e muito doente. Andou connosco para todo o lado, mesmo neste verão onde já eram 4 crianças. Viajava aos meus pés, partilhava o meu pão do pequeno almoço e dormia perto de nós. O regresso foi triste e agora, já em casa, parece que falta sempre alguma coisa. E falta. Esta foto foi há 10 anos. Com as nossas bichas, cheias de mimo e energia, grávida da minha primeira filha.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Francisca-5 anos

Já diz os "res". Não gostava de ser corrigida e, de um dia para o outro, começou a dizê-los perfeitamente.
É a menina mais malandra e mimalha que existe.
Detesta dormir sozinha.
Brinca sozinha quando não tem irmã, mas quando a tem anda sempre atrás dela.
Faz perguntas difíceis e exige respostas completas.
Adora os irmãos e não tem qualquer pudor em pegar neles. Nem pudor nem gentileza.
Tem uma verdadeira melhor amiga, que até nos desenhos da família aparece. A Teresa.
Porta-se melhor sem os pais, e, ao que parece, até diz obrigada e se faz favor.
Diz que tem cabelo com três cores e que o quer deixar crescer até ao rabo. Mas não vai.
É destemida e aventureira mas só  gosta de vestir vestidos e saias. Quanto mais pirosos e cor de rosa melhor.
Adora ser irmã mais nova e mais velha ao mesmo tempo. Como o Gonçalo, diz ela.

domingo, 20 de março de 2016

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Ter um bebé internado na neonatologia é...

...ter a vida em stand by,
...ter o teu nome em tudo que é etiquetas de soro,  papéis vários,  relatórios,  medicação,  etc,
..ir percebendo como a coisa funciona aos poucos,  juntando informação a conta gotas,
...lavar as mãos centenas de vezes,
...aprenderes sobre cateteres,  sondas,  monitorizações,  glicemias,  etc,
...suportar temperaturas altíssimas,
...partilhar medos com as outras mães só pelo olhar.  Fala-se pouco na neo.
...esperar pelas palavras dos médicos e dos enfermeiros como se fossem a mais preciosa informação de sempre,
...controlar os algarismos da pesagem religiosamente,
...tentar controlar as lágrimas teimosas que teimam em aparecer...

Ter um bebé na Neo e outro,  com a mesma idade,  na obstetrícia,  é isto tudo,  mas com um equilíbrio ainda mais difícil.  É ter o coração partido,  o tempo dividido e a sensação que estamos sempre a falhar.

Ter um bebé na neo e o outro em casa é sair do hospital com um bebé lindo e saudável,  mas lavada em lágrimas,  é organizar uma rotina dificílima de idas ao hospital,  é estar em casa a pensar no que está na Neo,  e estar na Neo a pensar no que está em casa,  é continuar com o coração partido.

Trazer finalmente o nosso bebé da Neo para casa é uma mistura de felicidade e alívio,  com medo e angústia,  porque o nosso bebé vai passar de estar constantemente vigiado e cuidado por uma equipa hiper competente e capaz,  para estar apenas a nosso cargo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Curtas- gravidez #8

Experimentem dizer que é a terceira gravidez e que são... gémeos!  As reações são hilariantes.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Curtas- gravidez #7

Preparar o nascimento dos bebés é também lavar roupa que cheira a lavado.

terça-feira, 17 de novembro de 2015