Na prateleira dos iogurtes no frigorífico.
No cesto da roupa suja.
Na quantidade de unhas para cortar.
Na desistência de dobrar cuecas e meias.
Na quantidade de ordens sucessivas que é preciso dar para sair de casa.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
domingo, 30 de outubro de 2016
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
ADN
Se os meus filhos herdarem:
a capacidade de amar do pai,
a generosidade de um e a iniciativa do outro avô,
o sentido de família da avó,
a coragem da avó que nunca conheceram,
a integridade do tio,
e a inquietude da tia,
serão, certamente, seres humanos extraordinários.
a capacidade de amar do pai,
a generosidade de um e a iniciativa do outro avô,
o sentido de família da avó,
a coragem da avó que nunca conheceram,
a integridade do tio,
e a inquietude da tia,
serão, certamente, seres humanos extraordinários.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Ser mãe de gémeos
é, por vezes, ter 4 olhinhos a olharem para ti cheios de mimo e ficares, por momentos, desorientada de amor.
domingo, 11 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
O mais difícil de ser mãe de 4
é as necessidades de cada filho não terem hora marcada. Não dá para dar atenção e mimo a um e depois passar ao próximo. A disponibilidade tem de ser constante e elástica. Às vezes sinto-me um polvo em serviços mínimos.
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Agora a sério,
as minhas filhas estão em férias escolares há dois anos, não? Ah não, afinal é só há 13 semanas... e ainda falta uma...
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Escola
Não. À terceira o processo de os deixar na escola não é mais fácil.
domingo, 4 de setembro de 2016
Ser mãe de gémeso #6
É perceber que o pão babado é a pior cola que se pega a tudo e não sai.
sábado, 3 de setembro de 2016
Ser mãe de gémeos #5
Ter bebés pela terceira vez em casa é relembrar a saga das sopas e seus legumes, frutas e frutinhas, açordas e farinhas de pau... Confesso que já não me lembrava desta parte.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
Ser mãe de gémeos (e mais duas meninas) #4
É ter como resposta mais frequente à tua estrutura familiar: "até morria!"
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
Ser mãe de gémeos #3
É parar o carrinho 300 vezes por passeio para sorrir e responder que sim, que são gémeos, dois meninos... Adoro...só que não. Sempre gostei do anonimato, que é impossível com gémeos.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Verão 2016. Ita
Voltamos no Domingo. Mas voltamos apenas 6. Parece muito mas voltamos sem o 7º elemento. A nossa velhota, a nossa resistente, ficou no Pedrogão. Morreu velhinha e muito doente. Andou connosco para todo o lado, mesmo neste verão onde já eram 4 crianças. Viajava aos meus pés, partilhava o meu pão do pequeno almoço e dormia perto de nós. O regresso foi triste e agora, já em casa, parece que falta sempre alguma coisa. E falta. Esta foto foi há 10 anos. Com as nossas bichas, cheias de mimo e energia, grávida da minha primeira filha.

terça-feira, 12 de julho de 2016
Francisca-5 anos
Já diz os "res". Não gostava de ser corrigida e, de um dia para o outro, começou a dizê-los perfeitamente.
É a menina mais malandra e mimalha que existe.
Detesta dormir sozinha.
Brinca sozinha quando não tem irmã, mas quando a tem anda sempre atrás dela.
Faz perguntas difíceis e exige respostas completas.
Adora os irmãos e não tem qualquer pudor em pegar neles. Nem pudor nem gentileza.
Tem uma verdadeira melhor amiga, que até nos desenhos da família aparece. A Teresa.
Porta-se melhor sem os pais, e, ao que parece, até diz obrigada e se faz favor.
Diz que tem cabelo com três cores e que o quer deixar crescer até ao rabo. Mas não vai.
É destemida e aventureira mas só gosta de vestir vestidos e saias. Quanto mais pirosos e cor de rosa melhor.
Adora ser irmã mais nova e mais velha ao mesmo tempo. Como o Gonçalo, diz ela.
É a menina mais malandra e mimalha que existe.
Detesta dormir sozinha.
Brinca sozinha quando não tem irmã, mas quando a tem anda sempre atrás dela.
Faz perguntas difíceis e exige respostas completas.
Adora os irmãos e não tem qualquer pudor em pegar neles. Nem pudor nem gentileza.
Tem uma verdadeira melhor amiga, que até nos desenhos da família aparece. A Teresa.
Porta-se melhor sem os pais, e, ao que parece, até diz obrigada e se faz favor.
Diz que tem cabelo com três cores e que o quer deixar crescer até ao rabo. Mas não vai.
É destemida e aventureira mas só gosta de vestir vestidos e saias. Quanto mais pirosos e cor de rosa melhor.
Adora ser irmã mais nova e mais velha ao mesmo tempo. Como o Gonçalo, diz ela.
domingo, 20 de março de 2016
Ser mãe de gémeos #2
é tomar banho apenas quando o pai chega a casa. Seja a que horas for.
quinta-feira, 17 de março de 2016
Ser mãe de gémeos #1
... É ter o sling como melhor amigo.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Ter um bebé internado na neonatologia é...
...ter a vida em stand by,
...ter o teu nome em tudo que é etiquetas de soro, papéis vários, relatórios, medicação, etc,
..ir percebendo como a coisa funciona aos poucos, juntando informação a conta gotas,
...lavar as mãos centenas de vezes,
...aprenderes sobre cateteres, sondas, monitorizações, glicemias, etc,
...suportar temperaturas altíssimas,
...partilhar medos com as outras mães só pelo olhar. Fala-se pouco na neo.
...esperar pelas palavras dos médicos e dos enfermeiros como se fossem a mais preciosa informação de sempre,
...controlar os algarismos da pesagem religiosamente,
...tentar controlar as lágrimas teimosas que teimam em aparecer...
Ter um bebé na Neo e outro, com a mesma idade, na obstetrícia, é isto tudo, mas com um equilíbrio ainda mais difícil. É ter o coração partido, o tempo dividido e a sensação que estamos sempre a falhar.
Ter um bebé na neo e o outro em casa é sair do hospital com um bebé lindo e saudável, mas lavada em lágrimas, é organizar uma rotina dificílima de idas ao hospital, é estar em casa a pensar no que está na Neo, e estar na Neo a pensar no que está em casa, é continuar com o coração partido.
Trazer finalmente o nosso bebé da Neo para casa é uma mistura de felicidade e alívio, com medo e angústia, porque o nosso bebé vai passar de estar constantemente vigiado e cuidado por uma equipa hiper competente e capaz, para estar apenas a nosso cargo.
...ter o teu nome em tudo que é etiquetas de soro, papéis vários, relatórios, medicação, etc,
..ir percebendo como a coisa funciona aos poucos, juntando informação a conta gotas,
...lavar as mãos centenas de vezes,
...aprenderes sobre cateteres, sondas, monitorizações, glicemias, etc,
...suportar temperaturas altíssimas,
...partilhar medos com as outras mães só pelo olhar. Fala-se pouco na neo.
...esperar pelas palavras dos médicos e dos enfermeiros como se fossem a mais preciosa informação de sempre,
...controlar os algarismos da pesagem religiosamente,
...tentar controlar as lágrimas teimosas que teimam em aparecer...
Ter um bebé na Neo e outro, com a mesma idade, na obstetrícia, é isto tudo, mas com um equilíbrio ainda mais difícil. É ter o coração partido, o tempo dividido e a sensação que estamos sempre a falhar.
Ter um bebé na neo e o outro em casa é sair do hospital com um bebé lindo e saudável, mas lavada em lágrimas, é organizar uma rotina dificílima de idas ao hospital, é estar em casa a pensar no que está na Neo, e estar na Neo a pensar no que está em casa, é continuar com o coração partido.
Trazer finalmente o nosso bebé da Neo para casa é uma mistura de felicidade e alívio, com medo e angústia, porque o nosso bebé vai passar de estar constantemente vigiado e cuidado por uma equipa hiper competente e capaz, para estar apenas a nosso cargo.
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