sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

mães e fotos

Há 2 tipos de mães: as que se põem em pose toda a gira quando tiram fotos com seus filhos, e as que se debruçam para os agarrar e ficam assim para o ridículo. Incluo-me no segundo grupo.

Ironizando...

Tomei uma decisão. Vou deixar de lavar o cabelo. A sério, estive a fazer as contas e perco horas de vida, por isso já fui ali à minha banheirinha informá-la que não vou mais lavar o cabelo. As respostas a pedirem que reconsiderasse não tardaram e eu, sensibilizada, reconsiderei. Obrigada shampô e amaciador. 
A sério, haverá lá coisa mais parva do que ir para o facebook anunciar-se que não se voltará ao facebook? Fónix.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

bunnytown

Há um programa no Panda que se chama bunnytown. Sempre que passamos por ele na programação da tv o André pergunta: "mas isto é no Panda ou no Playboy?"

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

o ciclo das preocupações

Quando se tem um filho todo um mundo novo de preocupações se abre. Se a gravidez corre bem, o parto, a amamentação, o dormir, a alimentação... tudo gira em volta do bebé e seu bem-estar. Todas as preocupações estão concentradas no ser pequenino. Depois o pequeno cresce e vem a barriga nº 2 e aí a preocupação dividi-se entre o bebé e o irmão mais velho. Mas o primeiro ainda centra muitas das preocupações: como vai reagir, ciúmes, atenção partilhada... Quando o 2º nasce, curiosamente, muita da preocupação continua centrada no primeiro. Toda a logística bebé já não é nova, já sabemos que está tudo bem se ele está bem, por isso preocupamo-nos com o mais velho. O bebé é chamado continuamente pelo nome do irmão e só aos poucos ganha lugar efectivo nas preocupações. E vamo-nos apercebendo que o 2º às vezes é negligenciado em atenção, porque como já nada é novo, ninguém lhe liga como ao primeiro. E aí a nossa preocupação passa a ser para a equidade de preocupações. Uma confusão de preocupações.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Sugestão

Quem quiser fazer uma viagem no tempo, no Porto, é ir, de elevador, ao bar do restaurante Portucale. Vale a pena.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

true story

Acho que adormeço sempre antes da minha filha, quando a estou a adormecer. Sempre.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Piada blogosférica

Quando os bloggers começam a fazer perguntas sobre os seus leitores está tudo estragado.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Livros de instruções

Por razões cá nossas temos de traduzir, de vez em quando, livros de instruções de coisas. E só vos digo que não há pior publicidade para um artigo do que o próprio livro de instruções, independentemente da sua qualidade. Ainda bem que ninguém os lê.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Internétices

Não tenho a pretensão de achar que percebo este fenómeno da dimensão virtual das nossas vidas e das suas implicações, muito menos de saber como é que isto vai evoluir e como vai ser quando as minhas filhas tiverem a sua própria identidade virtual. Por isso gostei de ler este artigo:
 
A sério, só eu é que nunca tinha ouvido falar nisto http://www.snapchat.com/?

Dualidade

E hoje à noite muita criançada foi para a cama chateada por ter de acordar cedo e regressar à escola, e muitos pais suspiraram de alívio e foram inundados por uma onda de felicidade: amanhã começa a escola. Thank God.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Esta é a Rua de Diu.

E estas fotos não estão à altura da rua, mas foi o que se arranjou.


sábado, 4 de janeiro de 2014

ainda a tempestade

Afinal os vizinhos foram para o hall do prédio porque é mais seguro. Será?

A definição de pragmatismo

"Enquanto os há, há esperança
É o dinheiro nas empresas e o sexo nos casamentos. Enquanto os há, tudo na paz do Senhor. Mas assim que faltam, logo vêm à tona, imperdoáveis, todas as falhas e defeitos."
 
Escrito brilhantemente pela mãe preocupada.

Relato de uma tempestade

Sou uma medricas. Com tudo o que mete natureza a mostrar a sua força sou uma medricas. E ontem tive medo. Mesmo medo. Então foi assim:
Eram 02h45 e ouço uns trovões assustadores, perto, muito perto. O André dormia. Já disse que tenho medo de trovoada? Tenho. Mas depois piorou, depois ouve-se um vendaval assustador, e uma barulheira monstruosa, como nunca tinha ouvido antes, com o que parecia pedregulhos atirados à persiana. Fico muito quieta a tremer. O André dormia. Dou-lhe um pontapé e levantamo-nos. O André acordou. Vou verificar que as minhas filhas dormem profundamente com aquela barulheira infernal, que já durava há uns bons 10min e vou à marquise ver o que se passa. E tenho medo porque as pedras que batem contra os meus vidrinhos são do tamanho de bolas de golf e parece que os vão partir. Fujo da marquise. Ouço os meus vizinhos no corredor do prédio. As cadelas dormem. Abrimos a persiana da sala e o cenário é inédito: a estrada está branca coberta com bolas de golf brancas, e na nossa varanda saltam pedras de gelo gigantes. Assustador. No prédio em frente estão todos os vizinhos à janela e o barulho continua assutador. O André decide acordar a Mati para ver o cenário. Eu continuo com medo. Tudo passa e eu demoro uma hora a acalmar-me para adormecer. O André já dorme.
Conclusões:
- as cadelas são inúteis de todo;
- em caso de calamidade os vizinhos vão para o corredor do prédio. O que ajuda? Não sei, mas gosto;
- os vidros da marquise aguentam mais do que acharia;
- o nosso carro foi sujeito a um serviço de tunning gratuito e está com o teto cheio de marcas, em baixo relevo, super giras;
- eu sou uma medricas.

Amigos

Sabem quem dá os piores conselhos aos clientes na loja? Os amigos dos clientes que acham que sabem tudo. In-su-por-tá-veis.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Coisas mesmo de gajas

Nada como ver vantagens nas situações. Por exemplo, a maravilha que é passar a passagem-de-ano em casa, com muitos miúdos, beber o que nos apetece (traduzir para muito) e sorrir quando vamos à casa de banho e nos podemos sentar. Ahhh!

Mamã, quero um borrado.

Tradução: mamã, quero um rebuçado.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Mudança no calendário

2013 foi um ano desafiante, difícil numas áreas e óptimo noutras. E foi também o ano dos blogs para mim. O ano em que escrevi no meu blog, que li muitos blogs, ri-me, sorri, gargalhei, emocionei-me, instruí-me, conheci e até chorei com o que li. Os blogs já fazem parte da minha vida e adoro-o. Para este que começa quero, para além dos clichés todos, muito riso e sorrisos e gargalhadas e choro e surpresa. Emocionar-me muitas vezes. É o que quero.