quinta-feira, 30 de maio de 2013

como escrevo

A escrita sai-me rápida, fluída. Escrevo os textos rapidamente, mas depois há alguns dias que não apetece escrever e então não escrevo. É que o bom do blog é que eu não lhe devo nada.

bloguices

O que eu sei é que na blogosfera há, com mais ou menos ironia, sentido de humor ou inteligência, muito bullying. E eu até me divirto, quando é inteligente, mas fico sempre a pensar que são muito mais brilhantes com outros textos. Sinto-me um bocadinho como aqueles meninos que deviam intervir e parar com a brincadeira, mas depois lembro-me que os alvos do bullying aqui não são os mais fracos, são os mais fortes. É que é tão fácil não seguir blogs, é só... não seguir.     

terça-feira, 28 de maio de 2013

Coisas de gajas #6

Não percebo. Sabem aquelas mulheres cheias de pinta, mesmo giras, com sandálias bem giras mas que os dedos saiem `a frente. Comprem o número acima que fica bem mais elegante...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Porque é que eu não posso viver sem o meu tablet?

Porque amo o facebook e os nossos blogs, porque sem eles não tinha ficado a saber que há benfiquistas capazes de dar os parabéns ao fcp, que há chineses que conseguem ter 5 acidentes (ou são só 4?) em menos de 1 min., e que há pessoas e bloggers com opiniões muito muito estranhas sobre trabalho, salários e justiça....

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Ninguém merece

Ontem respondi a 2 inquéritos de satisfação por telefone, de marcas diferentes. Ninguém merece.

Coisas diferentes/ nomes diferentes

Juro que se fosse hoje já tinha tema para a minha tese de final de curso. Qual efeito placebo, qual quê? Era: efeitos da utilização mais do que abusiva das cadeiras-auto grupo 0, vulgo babycoques, ovinho e afins, no desenvolvimento psico-motor das crianças no 1º ano de vida. É que aquilo em Portugal é uma autêntica prisão de plástico usada indiscriminadamente no 1º ano de vida dos bebés. Aquilo é uma cadeira auto, isto é, é para ser usada no automóvel. As marcas tiveram a grande ideia de criar uns adaptadores para encaixar nos chassis dos carrinhos, o que foi uma óptima ideia no resto do mundo, excepto em Portugal em que ninguém explicou que era para ser usado com parcimónia, então as pessoas usam aquilo como cadeira-auto, espreguiçadeira, alcofa.... os bebés passam a vida naquela coisa presa, abafada, não respirável e com visão limitada. E não estou a falar de preços, que, como tudo há alcofas e espreguiçadeiras para todos os preços. Estou a falar de ignorância. É que coisas diferentes têm nomes diferentes e funções diferentes. 

Também falo dos globos de ouro

Para dizer que chorei a rir com o discurso do Moniz Pereira quando recebeu o globo mérito e excelência. Já é tarde, tenho sono, já tenho idade para ser resmungão, querem que eu agradeça e diga coisas profundas e inteligentes, mas eu quero é....guitarra portuguesa. A sério, não vi nenhuma, onde está a guitarra portuguesa. A guitarra portuguesa....

domingo, 19 de maio de 2013

Férias

Com o dragão cá de casa para Paços de Ferreira foi tarde de férias para as meninas. Deu para apanhar sol na varanda, ler, fazermos um bolo e uma salada de frutas, ver desenhos animados....

sábado, 18 de maio de 2013

Preconceitos

Todos nós temos preconceitos. Em relação à pobreza, à ignorância, ao cigano na fila do supermercado, ao deficiente, aos homossexuais, às pessoas que não gostam de cães.... Uns mais cruéis que outros. Eu, apesar de saber que tenho alguns preconceitos, combato-os activamente. E tento também criar filhas pouco preconceituosas. Digo-lhes por exemplo, que não há qualquer problema de meninas namorarem meninas e meninos namorarem meninos. E em relação a esta questão da adopção de crianças por casais homossexuais, fico apenas com pena de a lei que passou ontem seja tão limitada e que ainda não seja dada a oportunidade a casais que querem, que têm as condições de criar crianças não o possam fazer. É que para  criar uma criança não é necessário apenas um pai e uma mãe, uma mulher e um homem, que isso é o mais fácil. É preciso uma, ou duas pessoas capazes de o fazer, e isso não implica género. Quem, como eu, trabalhou alguns anos no país real e profundo sabe que há muitas crianças que apesar de terem pai e mãe em casa, não têm o afecto e as condições estruturais básicas mínimas para crescerem felizes e equilibrados. E os casais homossexuais que querem adoptar não só têm, na sua maioria, estas condições, como passarão por um processo para o provar. Vão cometer erros como pais? Claro que sim. Também eu e qualquer outro pai.
E aquele outro argumento muito utilizado "ai coitadinhas das crianças que vão ser discriminadas e gozadas e no dia do pai e no dia da mãe, como vai ser?", só quem não tem crianças em escolas é que não percebe que isto é ridículo. A minha filha, espertinha, linda, com roupas giras, e com muitas qualidades é gozada e ridicularizada na escola. Todos são. E têm que aprender a defender-se e a lidar com isso. E se a estrutura familiar for boa, independentemente do sexo dos pais, também isso será mais fácil. E crianças sem um pai e sem uma mãe sempre houve e continuará a haver.
Outro preconceito que também me esforço por combater nas minhas filhas é aos deficientes. Também porque trabalhei com eles apercebo-me que não é ignorar a resposta. Aliás é uma resposta muito feia. Temos que ensinar os nossos filhos a não ficar a olhar intensamente, que isso incomoda e é feio, mas não é dizer apenas "não olhes". É dizer "fala com ele normalmente". Pergunta o nome, diz que tem umas sapatilhas giras ou um boné igual ao teu. E nós como adultos devemos dizer "ai que gira menina" ou "que olhos tão lindos" assim como fazemos com qualquer outra criança. Porque só assim estamos a tratar de forma igual.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Conversas cá de casa

"Mamã, eu quando for grande não vou escrever assim tudo torto como vocês. Vou escrever com a letra que a minha professora me ensinou."... Pois...

Eu também resmungo com o tempo

Ai que bom que é. Acordar, abrir a janela.... e estamos em Janeiro...

quarta-feira, 15 de maio de 2013

terça-feira, 14 de maio de 2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Este vai ser longo...

"És teimosa como a tua mãe"- um comentário feito à minha filha mais velha, por alguém que me conhece há muitos anos, que conviveu comigo até aos 18/20 anos, um comentário ouvido à socapa, completamente despropositado em relação à minha filha, mas totalmente verdadeiro em relação a mim. Dei uma valente gargalhada quando me contaram, mas é verdade que na minha adolescência e início de idade adulta era uma teimosa dos diabos. Fui descobrindo, nestes últimos anos, que muitas atitudes que tomei foram desaprovadas por familiares e até amigos, mas que nunca me disseram nada na altura, só mais tarde em conversa me fui apercebendo que ninguém dizia nada à teimosa. Muitas vezes apresentava as decisões como finais, não dando margem de manobra a grandes comentários ou opiniões. Não me arrependo nada, sinceramente. Fiz coisas erradas? Claro que fiz...mas sem arrependimentos, de nenhuma ordem. Isto tudo me leva ao presente, apesar de mais sentata e ponderada, quem continua a tomar decisões na minha vida sou eu. Assumo-as e encaro as consequências. Obviamente que hoje em dia tomo decisões muito em sintonia com o meu marido, mas não deixo de fazer uma coisa que acho correta só porque o sentimento geral é contrário. A vida não é a preto e branco, as decisões são muitas vezes cinzentas.
E isto tudo me leva à amamentação, este grande poço de mitos e opiniões. Amamentei a minha filha mais velha até aos 4 meses exclusivamente, altura em que ela começou a não crescer, tive que introduzir o biberão e com o stress e a inexperiência depressa fiquei sem leite. A mais nova mamou uma maravilha desde a sua primeira hora de existência. Exclusivamente até aos 6 meses, a crescer que era uma beleza. Quando começou a acordar mais vezes e a pediatra aconselhou o biberão, aí é que a porca torceu o rabo. Rejeitou tudo e mais alguma coisa: todos os leites, todas as papas, todas as sopas e frutas, no biberão ou na colher, dado por mim ou por outra pessoa qualquer (que dizia sempre: ah! comigo é que ela vai comer), leite com chocolate, o próprio do chocolate...uma teimosa! Foi para a escolinha com 1 ano e meio, e aí começou a comer, com muito esforço e quase obrigada...mas em casa continuava sem comer quase nada. Só queria mama, e só quer mama. E eu dava e dou.
A diferença é que se até aos seu 1 ano a amamentação era aceite como natural e benéfica, depois da miúda ter 12 meses fui-me apercebendo do desconforto da maior parte das pessoas com a amamentação. Tento ser discreta e sei que sou discreta, mas se ela quer mama, dou-lhe mama. Não gostam...temos pena. É claro que muitas vezes é só mimo, é só para acalmar no seu sítio preferido. É claro que faz com que  eu acorde muitas mais vezes e que eu não durma uma noite seguida há 2 anos e tal. Claro que não posso ir a lado nenhum sem ela porque não dorme fora. É claro que não é uma decisão fácil, e me queixo, mas é a minha decisão. Quero ver se lá para o Verão consigo cortar este cordão umbilical, mas porque em Setembro quero ir com o meu amor de viagem. Só por isso. Não por causa dos olhares e comentários. A esses... temos pena...Mas eu sou teimosa e faço o que quero.
E não sou a única. Mas mesmo que fosse..era tranquilo.

Não comento blogs

Nunca. Apesar de ler muitos blogs e de ter obviamente opiniões, nunca comentei em blogs. A maior parte das vezes nem leio os comentários. Só quando acho que vão acrescentar algo ao post. Nos blogs com muitos comentários, a maior parte das vezes apenas dizem amén (boring), ou "eu também" (who cares?), e para ressabiados não tenho qualquer paciência, vão bater com a cabeça na parede que isso passa. Interessa-me o que as pessoas escrevem e não o que os leitores os outros blogs comentam.
Neste meu cantinho só comentam pessoas conhecidas e... eu adoro. É engraçado, fico mesmo contente com os comentários. Mas, muitas vezes, não comentam aqui: mandam mails, sms´s, comentam no facebook....uns amigos muito cheios de recursos tecnológicos é o que eu tenho. 
Mas, voltando ao eu nunca comentar, não o faço porque acho sempre que é mais uma opinião entre tantas e que não tenho que "chatear". Mas ás vezes apetece. Estive quase, quase a mandar um mail à mãe preocupada, quando se despediu, a dizer que tinha pena. E estive quase a comentar nesta foto linda, linda, que me diz tanto. Fica aqui o link e o compromisso de eu também escrever sobre isto de amamentar a minha macaquinha de 2 anos...

domingo, 12 de maio de 2013

Músicas

Já disse aqui que não vivo sem música. E há músicas que me lembram pessoas, momentos, sítios, que me põem bem disposta ou mais melancólica. E hoje depois de um almoço com bagunça a mais, estava mesmo a    precisar desta. É a lou-cu-ra! Adoro. Canto aos berros. Danço. E fico logo mais bem disposta. Adoro.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

E, no entanto, hoje...

Fiz esta receita, daqui, que acho que vai ficar maravilhosa.

Coisas de gajas #4

Comprei o vestido da H&M da Beyoncé.... é muito giro... agora só me falta o corpaço.... ah! e o bronze....